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 Evolution’s Darling [não lançado no Brasil]

 Livro Notável de Notável do New York Times

 Prêmio Philip K. Dick, Citação Especial de 2000

 “De tirar o fôlego. A inteira narrativa transborda energia e invenção.” – New York Times

 “Um sexy suspense de ficção científica com integridade.” – Locus

“Um mito único do futuro distante. Deve liderar listas de prêmios em 2001.” – Asimov’s

“É difícil decidir o que elogiar mais neste romance. A escrita é perfeitamente afiada, o enredo esperto e cativante. Ficção científica não fica melhor do que isso.” – Science Fiction Weekly

Queria escrever um livro com uma inteligência artificial como personagem principal. Qual seria um bom trabalho para um AI?  Me perguntei. Que tal… uma negociante de arte? Então, hm, é. Esse livro é sobre um AI negociante de arte a procura de uma artista desaparecido. Se isso não faz você quer lê-lo, o que há de errado com você?

Este foi meu primeiro livro a ser recebido como um romance “literário”. Em outras palavras, lugares tipo NY Times resenhou ele. Isso tudo foi bem estimulante, até eu perceber que isso não garantia mais milhões de vendas. Talvez… mais centenas? Mas eu recebi uma oferta de filme pela resenha. Stan Winston, o cara que fez efeitos especiais para Alien, estava interessado em filmá-lo. Ai, eles tiverem problemas em escrever um script (não, eles nunca me pediram) e o projeto gentilmente morreu. Como, hm, 99% de todas as ofertas de filmes fazem.

Uma coisa engraçada: quando o Review of Contemporary Fiction resenhou Evolution’s Darling, o cara disse que era tipo um romance de Philip K. Dick. Huh? Nada verdadeiro. Alguém me disse que é apenas o que revistas literárias dizem quando resenham FC para que os leitores não fiquem, “Ecaa, ficção científica!”

Além disso, esteja avisado: Esse livro contém conteúdo gráfico que alguns acharão perturbador.

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 Fine Prey [não lançado no Brasil]

 “Junto com a fascinante especulação de Westerfeld, é uma história convincente e com um memoriável elenco de personagens.” – Locus

 “Com um estilo de tirar o fôlego, Fine Prey amarra os campos de hipismo, engenharia genética e linguística; explora bem a base das emoções de esportes sangrentos; cuidadosamente adicionando uma camada de filosofia alienígena, alienação humana e classe consciente… Uma leitura muito aproveitável e profunda. Se você gosta de autores honestos que claramente controlam seus materiais (e sua atenção), dê uma leitura nesse bom livro.” – SFSite.com

Qual é o velho ditado? “Você tem 20 anos e alguma coisa para escrever seu primeiro álbum, e seis meses para escrever seu segundo.”? A mesma coisa vai para isso, meu segundo romance. Foi também o primeiro que vendi antes de escrevê-lo, e  tinha acabado de me demitir para “ser um escritor.” Tudo muito assustador.

Mas é  um dos meus favoritos que escrevi. A heroína, como eu, é fascinada pela linguagem, e dá um jeito de pensar sobre cada coisa legal que já aprendi sobre palavras, significados e linguagem. Estranhamente, romances sobre xeno-linguistas não vendem tanto quanto o resto dos meus livros. Está fora de edição, mas você ainda pode conseguir cópias usadas por aí.

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 Polymorph [não lançado no Brasil]

 Primeiros Livros Notáveis da Seleção de 1997, Locus

 Editor da Revista de Fantasia e Ficção Científica

 “Com um toque alienígena genuíno, ele é um escritor a se observar.” – American Library Association Booklist

 “Cyberpunk com uma mistura literal, e uma  consciência de ação de classe, corrida e status que dá um novo fim à ação. Definitivamente vale seu tempo.” – Melissa Scott, autora de The Jazz

 “Junta elementos de terror e cyberpunk com uma inteligente e profunda exploração erótica da sexualidade multifacetada Um livro que é ambos provocante e uma ótima leitura.” – Poppy Z. Brite, autor de Exquisite Corpse

Meu primeiro livro. Muito fã dele, também um pouco envergonhado. Sabe, tipo lembrar da sua primeira namorada/o ou algo assim. É sobre uma condição transformadora ao visitar os clubes noturnos de Nova York. Morando na cidade aos meus vinte , sempre achei que seria legal ser capaz de se misturar em qualquer situação – preto, branco, gay, hétero, o que for – apenas mudando seu corpo como muda de roupas. Ei, para que servem os primeiros livros senão para realização massiva de um desejo? (Esteja avisado: um pouco gráfico em lugares.)

Fora de edição, mas sempre feliz em ver que colecionadores compram cópias dele por mais de 30 dólares [apx. 60 reais], embora tenha sido vendido primeiramente por $5.99. Eles a colocam em sacola plásticas, me pergunto…

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