TRAD – Top 10 livros de Steampunk para crianças no The Gardian

2 mar

Jornalista e escritora inglesa, Sharon Gosling, que escreveu livros spin-offs para séries de TV populares como Stargate e Battlestar Galactica e, além de produzir e dirigir audio-dramas, agora está lançando seu próprio livro The Diamond Thief. Bem, ela publicou no The Gardian uma lista de 10 Melhores Livros de Steampunk para Crianças, essa lista vai de Júlio Verne até Brian Selzik (A Invenção de Hugo Cabret) e a série Leviatã do Scott Westerfeld está em quarto lugar nesta lista. Confira:

Leviatã

*Livros não publicados no brasil estarão com um asterisco e o título original.

1.Vinte Mil Léguas Submarinas, de Júlio Verne.

Com o advento do steampunk moderno. As fantasias mecânicas de Verne foram re-inseridas como “anterior ao steampunk.” Suas histórias de aventuras submarinas é fascinante não somente porque foi muito além de seu tempo, mas também por toda informação técnica que ele detalha sobre como seu inventado submarino Nautilus foi construído. Como resultado, é fácil acreditar que realmente poderia ter sido construído. Gentil, talvez, pelos padrões de hoje, mas perfeito por atiçar jovens imaginações.

2. Mortal Engines, de Philip Reeve

Reeve é o rei do steampunk de crianças. Mortal Engines é o primeiro de sua quadrologia de livros situadas numa Terra pós-apocalíptica onde a maior parte da população do planeta mora em “Traction Cities” (Cidades  de Tração, numa tradução livre), enormes veículos móveis que caçam e “comem” uns aos outros por mantimentos (como um sistema conhecido, brilhantemente, como “Darwinismo municipal”). Mortal Engines segue Tom Natworthy, um orfão de 15 anos e aprendiz de historiador, como ele se encontra jogado na cidade de Londres e ao desconhecido  – e para ele, repugnante – mundo da terra firme com  Hester Shaw, uma jovem desfigurada tentando vingar a morte de sua mãe arqueóloga. O mundo de Reeve é  engenhoso, perigoso, emocionante e steampunkoso conforme se lê.

3. The Nine-Pound Hammer, de Jean Claude Bemis*

O primeiro da Trilogia Clockwork Dark de Bemis é situado no América do Sul na época em que as máquinas de vapor ainda levavam passageiros pelo país e a medicina mostra entreter as pequenas populações com números de circo na esperança de ganhar um trocado ou dois. Bemis, um músico ele mesmo, habilidosamente usa o folclore americano, a música e as histórias que seu avô costumava contar a ele de sua vida presepeira de “surfista de trem” para desenvolver uma fantástica fantasia sobre vapor.

4. Leviatã/Behemoth/Goliath, de Scott Westerfeld

Uma história alternativa da primeira guerra mundial, assumindo que além da evolução, Darwin também descobriu o DNA e como manipulá-lo. O resultado é uma Europa dividida entre “Mekanistas” (nações que só usam máquinas) e “Darwinistas”, que resolveram incontáveis de criaturas misturadas, incluindo o Leviatã do título – uma aeronave viva que usa hidrogênico para se manter voando. Deryn, uma jovem mulher que seu único sonho é voar, desafia a convenção e se disfarça de garoto se juntar ao exército justamente quando a guerra chega a Europa. O assassinato de Franz Ferdinand deixa seu filho Alek vulnerável e em fuga e os dois se encontram quando a neta de Darwin tenta fazer a paz.

5. A Invenção de Hugo Cabret, de Brian Selzik

Parte história em quadrinho, parte conto de fadas moderno, a linda e assombrosa história de relógios de Selznik, inaugura mágica e o nascimento do cinema, é recomendado a todas as idades. Situada em Paris, 1931, é o conte de Hugo que foi, desde a prematura morte de seu pai, forçado pelo seu tio a manter funcionando os relógios na estação de trem onde agora ele mora. Convencido de que consertando o automaton em que o pai dele estava trabalhando quando morreu iria lhe entregar uma mensagem final de seu pai, Hugo começa a roubar partes de um fabricante de brinquedos local para ele mesmo consertá-lo. É uma epístola encantadora para o poder da imaginação, a ingenuidade da infância e o valor dos sonhos.

6. The Extraordinary Adventures of Adèle Blanc-Sec/The Arctic Marauder, de Jacques Tardi*

Mais recentemente atingiu as telonas como um filme As Múmias do Faraó dirigido (2010) por Luc Besson, Adèle Blanc-Sec e suas extraordinárias aventuras apareceram pela primeira vez em 1976 como tirinhas desenhas pelo artista gráfico e autor, Jacques Tardi. Várias de suas histórias agora forma coletadas e traduzidas. Recomendada a adolescentes mais do que a crianças mais jovens, a heroína titular é uma investigadora criminal nos começos dos anos 90. Paris que se descobriu envolvida em eventos literalmente extraordinário. Talvez até mais apropriada do gênero, porém, seja a história em quadrinho anterior de Tardi,  The Arctic Marauder, pulicada primeiramente em 1972. Situada em 1899, nos remete às sensibilidades pré-steampunk de Verne, envolvendo uma jornada no Ártico que se torna uma batalha contra cientistas loucos e máquinas fantásticas, tudo acompanhado pela complexa e absorvente trabalho de arte.

7. O Livro dos Dias Mortos, de Marcus Sedgwick

O “dias mortos” do título são os que caem entre Natal e a virada do ano, aquelas obscuras horas em que todos estão exaustos de Dezembro, e ainda não permitidos a seguir em frente para o novo começo prometido por Janeiro. Nesses dias Boy, uma criança sem família ou história e seu mestre, um mágico frio e egoísta, Valerian, busca por um modo de o mais velho escapar de um pacto sobrenatural feito muito tempo atrás. Junto com uma garota chamada Willow, Boy faz seu caminho pelos cemitérios e túneis de uma gélida e descuidada cidade estilo Vitoriana em uma aventura cativante e extremamente atmosférica.

8. Return of the Dapper Men by Jim McCann/Janet Lee*

Outra história em quadrinho, embora desta vez seja um conto de fadas steampunk que funcionará muito bem como história de hora de dormir para leitores mais jovens. Em um mundo chamado Anorev, onde o tempo não existe mais e cada relógio é inútil, crianças vivem no subterrâneo, deixando a superfície para as máquinas e o gigante anjo mecânico que as controla. Então, um dia, o Dapper Men chega para ajudar Ayden e seu amigo robótico, Zoe, a recomeçar o mundo deles.

9. O Filho do Vento, e Kenneth Oppel

Publicado em 2004 nos EUA, o ganhador do prêmio de aventura steampunk, Oppel foi um exemplo novo, (como o Mortal Engines de Philip Reeve) do gênero como escrito para jovens leitores. O protagonista é Matt, um garoto de 14 anos,  a borda do luxuoso dirigível  Aurora, e uma jovem mulher chamada Kate, que tem intenção de provar que os “cloud cats” (gatos nuvem, em tradução livre) de que seu avô falou são verdadeiros.

10. Scourge: A Grim Doyle Adventure by David H Burton*

Grim tem dois pais e mora com seis outras crianças, só uma das quais é realmente irmão, e Tia Patrice. Ele é sempre soube que sua família não é normal, mas até que ele se encontra escorregando em outro mundo, onde dirigíveis flutuam pelo céu, ele nunca realmente soube porquê. O outro mundo é Verne, um lugar do qual ele e sua família inconvencional escapou anos antes. Agora, eles foram sugados de volta e tiveram que escapar das garras do malvado Lorde Victor e do mortal Flagelo do título. Um bom para fãs de Harry Potter.

E mais uma! The Strange Case of Finley Jayne/The Girl In The Steel Corset/The Girl In The Clockwork Collar, de Kady Cross*

Outro para adolescentes, os contos estrondosos de Cross sobre Finley Jayne pega elementos da clássica literatura de aventura e os mistura com uma adição de dispositivos mecânicos e elementos sobrenaturais numa série de fantasia divertida e steampunk.

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